� Matéria de referência: O Globo — “2026 é o novo 2016: trend reacende debate sobre estética,
identidade e saúde mental” (jan/2026) + Metrópoles

Quando a estética encontra a psicologia
O debate gerado pela trend “2026 é o novo 2016” — que viralizou ao comparar fotos de
celebridades com dez anos de diferença — tocou em um ponto que vai muito além da
aparência. O questionamento sobre transformações faciais provocadas por procedimentos
estéticos trouxe à tona uma discussão necessária: qual é a relação entre a busca pela
beleza e a saúde mental?
A matéria do O Globo aprofundou esse debate ouvindo especialistas de diferentes áreas —
entre eles, o Dr. Yuri Moresco, cirurgião plástico facial referência em Curitiba.
Quando o procedimento estético faz bem
A decisão de realizar um procedimento estético pode ser profundamente positiva quando
parte de um desejo genuíno e é conduzida com responsabilidade. A melhora da autoestima,
a sensação de alinhamento entre como a pessoa se vê e como se sente, e o aumento da
confiança são resultados frequentemente relatados.
No campo da cirurgia plástica facial, isso é especialmente evidente em procedimentos como
a blefaroplastia — onde além do resultado estético, há impacto direto no campo visual — e
no lifting facial, que devolve o contorno natural do rosto sem transformá-lo em algo
diferente.

O papel do cirurgião no equilíbrio emocional do paciente
Um cirurgião responsável não realiza procedimentos sem compreender a motivação do
paciente. A escuta ativa durante a consulta é tão importante quanto o planejamento técnico.
Quando o objetivo do paciente é corrigir algo que o incomoda genuinamente, o resultado
tende a ser transformador. Quando a motivação é pressão externa, comparação com outras
pessoas ou busca por um padrão irreal, os riscos de insatisfação aumentam.
O Dr. Yuri Moresco defende uma abordagem que ele chama de “estética consciente”:
procedimentos planejados para preservar a identidade do paciente, não para transformá-lo.
“A beleza extremamente padronizada começa a perder espaço para uma estética
mais real e consciente. Preservar identidade e naturalidade deixou de ser apenas
uma escolha estética e passou a ser um posicionamento.” — Dr. Yuri Moresco
O que é dismorfia corporal e por que o cirurgião precisa identificála
Um ponto crítico na avaliação pré-operatória é a identificação de sinais de dismorfia
corporal — um transtorno em que a pessoa tem uma percepção distorcida de sua própria
aparência. Nesses casos, a cirurgia não resolve o sofrimento; pelo contrário, pode amplificálo.
Profissionais de referência em cirurgia plástica sabem reconhecer esses sinais e, quando
necessário, encaminham o paciente para acompanhamento psicológico antes de qualquer
procedimento. O bem-estar do paciente vem antes da cirurgia.

Estética como autocuidado — com limites
Cuidar da aparência é legítimo e saudável. Procedimentos estéticos bem indicados, bem
executados e bem motivados são ferramentas poderosas de bem-estar. O problema
aparece quando a busca por mudanças se torna uma régua de valor pessoal — quando a
pessoa sente que seu valor depende de como aparenta.
Redes sociais, filtros e comparações constantes amplificam essa pressão. A trend “2026 é o
novo 2016″ é um exemplo de como o ambiente digital pode despertar tanto nostalgia
saudável quanto ansiedade sobre o próprio corpo.
A chave está na motivação: você quer um procedimento para se sentir bem consigo
mesmo, ou para se adequar a um padrão externo? A resposta a essa pergunta é o ponto de
partida de qualquer avaliação responsável.
Quer saber se esse procedimento é para você?
O Dr. Yuri Moresco atende na Clínica Moresco, no coração do Batel, em Curitiba/PR. Em
consulta, ele avalia seu rosto de forma individualizada e indica o protocolo mais adequado
para seus objetivos — sem exageros, sem padronização, com resultado natural e
duradouro.